Cante sem chorar!

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6.4.10

Limpando a poeira!


Caramba....
Hoje,ao abrir o meu blog ,dei de cara com um texto de Natal....Ahn???Meudeuso! Onde estive?Por aí!Fora da Net,vivendo a vida real.Viajei,conheci alguém que me tirou o fôlego,namorei e voltei à realidade.Sim,porque quando nos apaixonamos vivemos num mundo diferente,fora da real e nada mais importa.Ainda bem que sou do tipo que "desapaixona" na mesma medida.E aí,retorno para as coisas que estão ali,sempre me esperando,faça chuva ou faça sol.
E,por falar em chuva,o Rio está inundado.O dia parece noite e tanto cinza assim traz de volta a melancolia.Mas,vai passar!Sempre passa né??Aliás,já passou!

"Quando me chamou eu vim, quando dei por mim tava aqui... Quando lhe achei me perdi, quando vi você me apaixonei..."


27.10.08

Abandono

Olá, sim eu sei, tem muito pó por aqui, blog semi-abandonado, é semi sim, porque penso nele sempre. Esse ano está digamos complicado escrever, não sei se estou critica demais, mas nada que escrevo sai do jeito que eu quero, «o eu em mim» parece contrariar as idéias, parece gostar de inverter minhas palavras com o espelho do pensamento, mas vá lá, minha poesia, se eu já tive alguma, deve ter morrido…Não, não acredito que poesia morra, se fosse dizer que algo é eterno diria poesia regada a jazz, sim deve ser assim o paraiso, jazz e poesia…Alguém me disse: "Mude o jeito de escrever, renove seu estilo que assim volta a escrever", me senti um jornal e sorri, nunca tive jeito, as palavras pulavam, saltavam pelos dedos, mas hoje não, e essa maldita obrigação de escrever por escrever não é comigo e ficar brincando em uma tautologia infinita também não.Até com a mais ínfima mudança acabo por não ser eu, deve ser assim mesmo, pareço uma fotografia desgastada por desejos e pensamentos soltos, e sempre que tento organizar tudo, ouço uma voz baixa e doce, reconheço a voz de Álvaro de Campos dizendo:
(…)Depois de amanhã serei finalmente o que hoje não posso nunca ser.Só depois de amanhã…Tenho sono como o frio de um cão vadio.Tenho muito sono.Amanhã te direi as palavras, ou depois de amanhã…Sim, talvez só depois de amanhã…